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O Novo Iluminismo: Como Steven Pinker defende a razão, a ciência e o humanismo em seu último livro

O mundo está melhorando ou piorando? Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem diante dos desafios e problemas que enfrentamos no século XXI. Para o psicólogo e escritor canadense-americano Steven Pinker, a resposta é clara: o mundo está melhorando, e muito. Essa é a tese central de seu último livro, O Novo Iluminismo: A Defesa da Razão, da Ciência e do Humanismo em Tempos Sombrios (Enlightenment Now: The Case for Reason, Science, Humanism, and Progress), publicado em 2018. Nesse livro, Pinker defende que os valores do Iluminismo, um movimento filosófico que surgiu na Europa nos séculos XVII e XVIII, são os responsáveis pelo progresso humano em diversas áreas, como saúde, riqueza, paz, democracia, felicidade, etc. Ele também argumenta que esses valores ainda são válidos e necessários para enfrentar os desafios e ameaças que a humanidade enfrenta no presente e no futuro.

O livro de Pinker foi um sucesso de vendas e recebeu elogios de personalidades como Bill Gates, que o chamou de “meu livro favorito de todos os tempos”. No entanto, ele também gerou muitas críticas e controvérsias de diferentes perspectivas e disciplinas, que questionaram sua interpretação da história, sua análise dos dados, sua visão da ciência, sua ética do humanismo, e sua postura diante dos problemas ambientais e sociais.

Neste artigo, vamos apresentar um resumo do livro de Pinker, explicando quem é o autor, o que é o Iluminismo, como o livro está organizado, e quais são as principais críticas que ele recebeu. Esperamos que esse artigo seja útil para quem quer conhecer melhor o livro ou se aprofundar no debate sobre o Iluminismo e o progresso humano.

Quem é Steven Pinker?

Steven Pinker nasceu em 1954 em Montreal, no Canadá. Ele é formado em psicologia pela Universidade McGill e doutor em psicologia experimental pela Universidade Harvard. Ele é professor de psicologia na Universidade Harvard desde 2003 e foi eleito um dos 100 intelectuais mais influentes do mundo pela revista Time em 2004.

Pinker é um dos principais pesquisadores da psicologia cognitiva e da linguística evolucionista. Ele estuda como a mente humana funciona, como a linguagem se desenvolveu, e como a evolução moldou nosso comportamento e nossa cultura. Ele também é um defensor do racionalismo científico e do humanismo secular. Ele é autor de vários livros de sucesso, como O Instinto da Linguagem (The Language Instinct), Como a Mente Funciona (How the Mind Works), Tábula Rasa (The Blank Slate), O Mal Entendido (The Stuff of Thought), Os Anjos Bons da Nossa Natureza (The Better Angels of Our Nature), e O Senso Estilo (The Sense of Style).

Pinker é conhecido por seu estilo claro, acessível e provocativo. Ele usa exemplos concretos, anedotas divertidas, gráficos ilustrativos e argumentos lógicos para explicar suas ideias e persuadir seus leitores. Ele também não tem medo de desafiar as opiniões dominantes ou politicamente corretas sobre temas polêmicos como a natureza humana, a violência, a religião, a política, a arte, etc. Ele se considera um otimista iluminado, que acredita no poder da razão, da ciência e do humanismo para melhorar o mundo.

O que é o Iluminismo?

O Iluminismo foi um movimento filosófico que surgiu na Europa nos séculos XVII e XVIII. Ele foi influenciado por pensadores como René Descartes, John Locke, Isaac Newton, David Hume, Voltaire, Jean-Jacques Rousseau, Immanuel Kant, Adam Smith, entre outros. Eles defendiam que a razão, a ciência, o humanismo e o progresso eram os valores fundamentais para o desenvolvimento humano e social. Eles criticavam a autoridade da monarquia absoluta, da Igreja Católica, e das tradições supersticiosas e irracionais. Eles propunham uma sociedade baseada na liberdade, na tolerância, na fraternidade, no governo constitucional, e na separação entre Estado e Igreja.

O Iluminismo teve um grande impacto na história e na cultura ocidentais. Ele inspirou as revoluções políticas do século XVIII e XIX, como a Revolução Americana e a Revolução Francesa. Ele também influenciou diversos movimentos do século XIX, como o liberalismo, o socialismo, e o neoclassicismo. Além disso, ele contribuiu para o avanço do conhecimento científico, filosófico, artístico, e literário da época.

Por que o Iluminismo é importante hoje?

Para Pinker, o Iluminismo não é apenas um fenômeno histórico, mas também uma atitude intelectual e moral que ainda é relevante e benéfica para a humanidade hoje. Ele afirma que os valores do Iluminismo são os responsáveis pelo progresso humano em diversas áreas, como saúde, riqueza, paz, democracia, felicidade, etc. Ele também argumenta que esses valores ainda são válidos e necessários para enfrentar os desafios e ameaças que a humanidade enfrenta no presente e no futuro.

Pinker reconhece que muitas pessoas têm uma visão pessimista ou cética sobre o estado do mundo atual. Ele atribui isso a vários fatores, como a tendência humana de se lembrar mais dos eventos negativos do que dos positivos, a influência da mídia que enfatiza as más notícias, a nostalgia de um passado idealizado que nunca existiu, e a influência de ideologias ou religiões que negam ou desvalorizam o progresso humano.

No entanto, Pinker defende que há evidências empíricas e científicas que mostram que o mundo está melhorando em vários aspectos. Ele usa dados estatísticos de fontes confiáveis para demonstrar que a humanidade tem avançado em termos de expectativa de vida, redução da pobreza, diminuição da violência, aumento da educação, expansão da democracia, melhoria da qualidade de vida, etc. Ele também mostra que esses avanços são resultado da aplicação dos valores do Iluminismo, como a razão, a ciência, o humanismo, e o progresso.

Pinker não ignora os problemas e riscos que ainda existem no mundo atual. Ele admite que há questões graves como as mudanças climáticas, as armas nucleares, o terrorismo, as desigualdades sociais, a análise, e o debate. Ele argumenta que a razão é a melhor ferramenta que temos para entender o mundo e resolver os problemas que enfrentamos. Ele também defende que a razão é compatível com a emoção, a intuição, e a criatividade, e que ela não é uma propriedade exclusiva de uma cultura, classe, ou gênero.

O terceiro capítulo explica o que é a ciência e por que ela é fundamental para o Iluminismo. Pinker define a ciência como a aplicação da razão à observação empírica da natureza. Ele argumenta que a ciência é a fonte mais confiável de conhecimento e de progresso que temos. Ele também defende que a ciência é uma atividade humana, social, e moral, e que ela não é contrária à arte, à religião, ou à espiritualidade.

O quarto capítulo explica o que é o humanismo e por que ele é crucial para o Iluminismo. Pinker define o humanismo como a ética que valoriza o bem-estar dos seres humanos e de outros seres sencientes. Ele argumenta que o humanismo é a base da moralidade e da justiça, e que ele se baseia na razão, na ciência, e na empatia. Ele também defende que o humanismo é compatível com a diversidade, a pluralidade, e a liberdade, e que ele não é uma ideologia dogmática ou totalitária.

O quinto capítulo explica o que é o progresso e por que ele é possível e desejável para o Iluminismo. Pinker define o progresso como a melhoria das condições de vida dos seres humanos e de outros seres sencientes. Ele argumenta que o progresso é um fato histórico e empírico, e não uma ilusão ou uma fantasia. Ele também defende que o progresso é um objetivo moral e pragmático, e não um destino inevitável ou utópico.

Parte II: Progresso

A segunda parte do livro apresenta evidências de progresso humano em vários domínios, como saúde, riqueza, paz, democracia, felicidade, etc. Pinker usa dados estatísticos de fontes confiáveis para mostrar como vários indicadores de bem-estar humano têm melhorado ao longo da história, especialmente nos últimos séculos. Ele também usa exemplos concretos, anedotas ilustrativas, e citações inspiradoras para mostrar como o progresso humano tem beneficiado milhões de pessoas ao redor do mundo.

O sexto capítulo mostra como o progresso na saúde tem aumentado a expectativa de vida, reduzido a mortalidade infantil, combatido as doenças infecciosas, ampliado o acesso à saúde básica, e melhorado a qualidade de vida das pessoas. Ele também mostra como o progresso na saúde tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a educação, a economia, e a política.

O sétimo capítulo mostra como o progresso na riqueza tem reduzido a pobreza, aumentado o padrão de vida, diversificado o consumo, e estimulado a inovação. Ele também mostra como o progresso na riqueza tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a saúde, a educação, e a cultura.

O oitavo capítulo mostra como o progresso na paz tem diminuído a violência, aumentado a segurança, promovido a cooperação, e prevenido os conflitos. Ele também mostra como o progresso na paz tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a democracia, os direitos humanos, e o meio ambiente.

O nono capítulo mostra como o progresso na democracia tem expandido a liberdade, fortalecido as instituições, protegido as minorias, e incentivado a participação. Ele também mostra como o progresso na democracia tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a paz, a justiça, e a felicidade.

O décimo capítulo mostra como o progresso na igualdade tem reduzido as discriminações, aumentado as oportunidades, reconhecido as diferenças, e valorizado a diversidade. Ele também mostra como o progresso na igualdade tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a saúde, a riqueza, e a democracia.

O décimo primeiro capítulo mostra como o progresso na felicidade tem elevado o bem-estar subjetivo, satisfazido as necessidades básicas, aperfeiçoado as habilidades pessoais, e cultivado as relações sociais. Ele também mostra como o progresso na felicidade tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a saúde, a riqueza, e a paz.

O décimo segundo capítulo mostra como o progresso na qualidade de vida tem melhorado as condições ambientais, aumentado o acesso à cultura, ampliado as escolhas individuais, e enriquecido as experiências humanas. Ele também mostra como o progresso na qualidade de vida tem contribuído para o progresso em outras áreas, como a felicidade, a igualdade, e a democracia.

Parte III: Razão

A terceira parte do livro explora os aspectos cognitivos e psicológicos da razão e seus limites. Pinker analisa como a mente humana funciona, como a linguagem se desenvolveu, e como a evolução moldou nosso pensamento. Ele também examina os vieses, as falácias, as ilusões, e as emoções que podem interferir na nossa capacidade de raciocinar de forma lógica e crítica. Ele propõe algumas estratégias para superar esses obstáculos e melhorar nossa racionalidade.

O décimo terceiro capítulo explica como a razão é uma característica distintiva da espécie humana, que nos permite compreender o mundo e nos comunicar uns com os outros. Pinker descreve como a razão se baseia em processos mentais como a percepção, a memória, a atenção, a inferência, e a metacognição. Ele também descreve como a razão se manifesta em formas de linguagem como a lógica, a matemática, a ciência, e a filosofia.

O décimo quarto capítulo explica como a razão é um produto da evolução biológica e cultural da espécie humana. Pinker discute como a razão se originou de adaptações cognitivas que nos permitiram sobreviver e cooperar em ambientes complexos e variados. Ele também discute como a razão se desenvolveu de formas de comunicação que nos permitiram transmitir e acumular conhecimento ao longo das gerações.

O décimo quinto capítulo explica como a razão é limitada por fatores internos e externos que podem afetar nosso julgamento e nossa decisão. Pinker identifica alguns dos principais vieses cognitivos que podem nos levar a erros de raciocínio, como o viés de confirmação, o viés de disponibilidade, o viés de ancoragem, etc. Ele também identifica algumas das principais falácias lógicas que podem nos levar a argumentos inválidos, como a falácia do espantalho, a falácia da falsa causa, a falácia da falsa dicotomia, etc. Ele também identifica algumas das principais ilusões perceptivas que podem nos levar a distorções de realidade, como a ilusão de ótica, a ilusão de controle, a ilusão de superioridade, etc.

O décimo sexto capítulo explica como a razão é influenciada por fatores emocionais e sociais que podem afetar nosso comportamento e nossa moralidade. Pinker discute como a razão se relaciona com as emoções, como o medo, a raiva, a tristeza, a alegria, etc. Ele também discute como a razão se relaciona com os valores, como o bem, o mal, o justo, o injusto, etc. Ele argumenta que a razão e a emoção não são opostas, mas complementares, e que a razão e os valores não são arbitrários, mas universais.

O décimo sétimo capítulo explica como a razão pode ser melhorada por meio de estratégias cognitivas e educacionais que podem aumentar nossa capacidade de pensar de forma lógica e crítica. Pinker sugere algumas técnicas para superar os vieses, as falácias, e as ilusões que podem prejudicar nossa racionalidade, como a verificação de fontes, a busca de evidências, a consideração de alternativas, etc. Ele também sugere algumas formas de promover uma cultura da razão, como o ensino de pensamento crítico, a divulgação científica, o debate público, etc.

Parte IV: Humanismo

A quarta parte do livro examina as implicações morais e éticas do humanismo e suas alternativas. Pinker analisa como o humanismo se baseia na razão e na ciência para definir e promover o bem-estar dos seres humanos e de outros seres sencientes. Ele também analisa como o humanismo se contrapõe a outras visões morais e éticas que se baseiam na fé, na tradição, ou na autoridade. Ele argumenta que o humanismo é superior às outras visões porque ele é mais racional, mais empático, e mais eficaz.

O décimo oitavo capítulo explica como o humanismo se baseia na razão e na ciência para definir e promover o bem-estar dos seres humanos e de outros seres sencientes. Pinker define o bem-estar como a satisfação das necessidades físicas, psicológicas, sociais, e morais dos indivíduos e dos grupos. Ele argumenta que o bem-estar é um conceito objetivo, mensurável, e comparável, que pode ser estudado pela ciência. Ele também argumenta que o bem-estar é um valor universal, que pode ser justificado pela razão. Ele defende que o humanismo é a ética que busca maximizar o bem-estar dos seres humanos e de outros seres sencientes, respeitando sua autonomia, sua dignidade, e sua diversidade.

O décimo nono capítulo explica como o humanismo se contrapõe à fé, à tradição, e à autoridade como fontes de moralidade e de ética. Pinker critica as visões morais e éticas que se baseiam na fé religiosa, na tradição cultural, ou na autoridade política. Ele argumenta que essas visões são irracionais, dogmáticas, intolerantes, e violentas. Ele mostra como elas têm causado sofrimento e injustiça ao longo da história, como as guerras santas, as inquisições, as escravidões, as opressões, etc. Ele defende que o humanismo é superior às outras visões porque ele é mais racional, mais empático, e mais eficaz.

O vigésimo capítulo explica como o humanismo se relaciona com a política, a economia, e a sociedade. Pinker discute como o humanismo influencia e é influenciado por diferentes sistemas políticos, econômicos, e sociais. Ele argumenta que o humanismo é compatível com a democracia liberal, o capitalismo regulado, e o estado de bem-estar social. Ele também argumenta que o humanismo é incompatível com o totalitarismo, o comunismo, e o fundamentalismo. Ele defende que o humanismo é a melhor forma de garantir os direitos humanos, a justiça social, e a cooperação internacional.

Parte V: Existencialismo

A quinta parte do livro aborda alguns dos desafios e ameaças existenciais que a humanidade enfrenta no presente e no futuro. Pinker analisa como o progresso humano pode ser ameaçado ou revertido por fatores naturais ou artificiais que podem causar danos irreversíveis ou catastróficos à vida na Terra. Ele também analisa como o progresso humano pode ser preservado ou acelerado por fatores naturais ou artificiais que podem oferecer oportunidades inéditas ou benéficas para a vida na Terra.

O vigésimo primeiro capítulo aborda os riscos existenciais naturais, como os asteroides, os vulcões, os terremotos, os tsunamis, etc. Ele avalia a probabilidade e a gravidade desses riscos e discute como eles podem ser prevenidos ou mitigados por meio da ciência, da tecnologia, e da cooperação internacional. Ele argumenta que esses riscos são baixos e controláveis, e que não devem ser usados como desculpa para o pessimismo ou o fatalismo.

O vigésimo segundo capítulo aborda os riscos existenciais artificiais, como a inteligência artificial, as armas nucleares, o terrorismo, a biotecnologia, etc. Ele avalia a probabilidade e a gravidade desses riscos e discute como eles podem ser regulados ou evitados por meio da razão, do humanismo, e da governança global. Ele argumenta que esses riscos são altos e incertos, e que devem ser tratados com seriedade e responsabilidade. Ele defende que é preciso estabelecer normas éticas e legais para o desenvolvimento e o uso dessas tecnologias, bem como mecanismos de supervisão e de controle para evitar abusos ou acidentes.

O vigésimo terceiro capítulo aborda as oportunidades existenciais naturais ou artificiais, como a exploração espacial, a imortalidade, a pós-humanidade, etc. Ele avalia a possibilidade e a desejabilidade dessas oportunidades e discute como elas podem ser aproveitadas ou rejeitadas por meio da ciência, da tecnologia, e da ética. Ele argumenta que essas oportunidades são fascinantes e desafiadoras, e que devem ser consideradas com curiosidade e criatividade. Ele defende que é preciso respeitar a diversidade e a liberdade dos indivíduos e dos grupos para escolherem seus próprios caminhos e destinos.

Conclusão

O livro de Pinker é uma obra ambiciosa e provocativa, que busca defender os valores do Iluminismo e mostrar o progresso humano em diversas áreas. O livro é bem escrito, bem documentado, bem ilustrado, e bem argumentado. O livro também é polêmico, controverso, otimista, e desafiador. O livro pode ser lido por qualquer pessoa interessada em conhecer melhor o Iluminismo, o progresso humano, e os desafios existenciais que enfrentamos no século XXI.

O livro não é uma obra definitiva ou incontestável. O livro é uma obra parcial, seletiva, e interpretativa. O livro é uma obra que pode ser questionada, criticada, complementada, ou refutada. O livro é uma obra que convida ao debate, ao diálogo, e à reflexão. O livro é uma obra que vale a pena ler, discutir, e compartilhar.

Se você gostou do livro ou se interessou pelo tema, você pode encontrar mais informações e recursos nos seguintes links:

  • [O site oficial de Steven Pinker], onde você pode encontrar seus livros, artigos, vídeos, podcasts, e outros materiais.
  • [O site oficial do livro Enlightenment Now], onde você pode encontrar um resumo, um prefácio, um índice, um apêndice, e outros recursos.
  • [Uma palestra de Steven Pinker sobre o livro no TED], onde você pode assistir a uma apresentação de 18 minutos sobre as principais ideias do livro.
  • [Uma entrevista de Steven Pinker sobre o livro na BBC], onde você pode ouvir uma conversa de 28 minutos sobre os principais argumentos e críticas do livro.
  • [Uma resenha crítica do livro por David Bell na revista The Nation], onde você pode ler uma análise de 11 páginas sobre os pontos fortes e fracos do livro.

Esperamos que este artigo tenha sido útil e interessante para você. Obrigado pela sua atenção e até a próxima.

Perguntas frequentes

A seguir, apresentamos algumas perguntas frequentes sobre o livro de Pinker e suas respostas.

  1. O que é o Iluminismo?
  2. O Iluminismo foi um movimento filosófico que surgiu na Europa nos séculos XVII e XVIII. Ele defendia que a razão, a ciência, o humanismo, e o progresso eram os valores fundamentais para o desenvolvimento humano e social.

  3. O que é o progresso humano?
  4. O progresso humano é a melhoria das condições de vida dos seres humanos e de outros seres sencientes. Ele pode ser medido por indicadores como a expectativa de vida, a saúde, a riqueza, a paz, a democracia, a felicidade, etc.

  5. O que é o humanismo?
  6. O humanismo é a ética que valoriza o bem-estar dos seres humanos e de outros seres sencientes. Ele se baseia na razão, na ciência, e na empatia para definir e promover o bem-estar.

  7. O que é o existencialismo?
  8. O existencialismo é uma corrente filosófica que se preocupa com os desafios e as escolhas que os seres humanos enfrentam em sua existência. Ele questiona o sentido e o valor da vida humana diante da morte, da liberdade, da responsabilidade, etc.

  9. Como baixar o livro em PDF?
  10. Você pode baixar o livro em PDF no seguinte link: [O Novo Iluminismo: A Defesa da Razão, da Ciência e do Humanismo em Tempos Sombrios – Steven Pinker]. Você também pode comprar o livro em formato físico ou digital nas principais livrarias online.

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